MENSAGEM DE ESPERANÇA

MENSAGEM DE ESPERANÇA
"Qundo as coisas vão erradas não pense que todos os seus esforços têm sido em vão. Talvez tudo tenha sido para melhor. Sorria... Experimente outra vez. Pode ser que o seu aparente fracasso venha a ser a porta mágica que o conduzirá para uma nova felicidade que você jamais conheceu. Você pode estar enfraquecido pela luta, mas não se considere vencido. Isso não quer dizer derrota. Não vale a pena gastar seu precioso tempo em lágrimas e lamentos. LEVANTE-SE. E enfrente a vida outra vez. E, se você guarda em mente o alto objetivo de suas aspirações, os seus sonhos se realizarão. Tire proveito dos seus erros. Colha experiências das suas dores. E, então, um dia você dirá: "Graças a Deus eu ousei experimentar, outra vez, e reencontrei a paz, o amor e a felicidade".

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JOÃO DUARTE graduado em CIÊNCIAS BIOLÓGICAS com Ênfase em Biotécnologia Licenciado e bacharel pela (UNIPAR) Universidade Paranaense Pr. Especialista em EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A PRÁTICA ESCOLAR pela(FACINTER)Faculdade Internacional de Curitiba Pr.Atuante na área da educação desde 2005 pela Secretária do Estado de Educação (SEDUC) e desde 2009 pela Secretária Municipal de Educação (SEMED).Professor da escola E.E.E.F.M HONORINA LUCAS DE BRITO e da E.M.E.F MARIA SOCORRO VIANA DE ALMEIDA. A educação é uma área que requer do educador e do educando desafios, pois no exercicio da atividade ensino aprendizagem requer de ambos imaginação, criatividade,habilidade, honestidade etc. Sem dúvida a educação é o eixo de transformação de um ser por isso deve ser levada com seriedade, responsábilidade e compromisso. O educador deve agir, sendo instrumento, ferramenta é o norteador dos desafios mas cabe a cada um dos educandos fazer a diferença (DUARTE 2011).

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Classificação dos Seres Vivos

BIOLOGIA
Aula: Sistema de classificação dos seres vivos.
2º ano seriado E.E.E.F.M Honorina Lucas de brito
Biodiversidade: Variedade de seres vivos, o que despertou a curiosidade de ordená-los obedecendo a uma hierarquia.
Por que o homem classifica os seres vivos?  A importância da classificação biológica é facilitar a compreensão da enorme variedade de seres vivos existente.
Taxonomia: ramo da ciência que trata da ordenação (classificação) e denominação (nomenclatura) dos seres vivos, agrupando-os de acordo com o seu grau de semelhança. Tem dois objetivos principais: considerar organismos estruturalmente relacionados e separá-los pelas respectivas espécies, descrevendo as características que distinguem uma espécie da outra; e ordenar as espécies, por categorias taxonômicas do gênero ao reino.
Nomenclatura: atribuição da designação científica aos grupos taxonômicos de acordo com as regras universalmente estabelecidas.
Sistemática: Utiliza os dados de diversos ramos do conhecimento para agrupar os seres vivos de acordo com o seu grau de parentesco e a sua história evolutiva. O seu objetivo é procurar as relações evolutivas entre os organismos e expressar essas relações em sistemas taxonômicos.
Aristóteles
Aristóteles era um sábio grego que viveu no século IV a.C. Este sábio fez uma das primeiras classificações dos seres vivos. Ele separava os animais "sem sangue" dos "com sangue". As plantas eram agrupadas em 3 categorias: árvores, arbustos e ervas.
O sistema binomial de Lineu Muito tempo depois de Aristóteles, o naturalista sueco Lineu (na verdade seu nome era Karl von Linné) elaborou um detalhado sistema de classificação dos seres vivos. O trabalho de Lineu, denominado Systema naturae (do latim Sistema natural), foi publicado pela primeira vez em 1735. Naquela época havia urgente necessidade de um sistema classificatório que pusesse ordem no grande número de seres que estavam sendo descritos pelos naturalistas, em conseqüência de viagens a terras desconhecidas.
Porque o sistema criado por Lineu é chamado binomial?  Lineu partiu do seguinte princípio: Elementos parecidos ele reunia em um grupo chamado gênero. Cães e lobos, por exemplo, são muito parecidos, assim foram reunidos no gênero denominado Canis.
Quando Lineu agrupava os seres vivos em gêneros ele também já estava assumindo que estes seres tinham peculiaridades que os fazia diferentes apesar das semelhanças, assim, cães e lobos eram agrupados no mesmo gênero mas eram considerados de espécies diferentes. No exemplo do cão e do lobo: o cão doméstico foi denominado Canis familiaris e o lobo foi denominado Canis lupus. Ao final, o nome dado por Lineu a uma espécie era composto por duas palavras, por isto chamado binomial. O sistema binomial inventado por Lineu e empregado até hoje, tem a vantagem de mostrar, já no próprio nome do ser vivo, sua semelhança com outros que pertençam ao mesmo gênero.
Lineu classificou segundo o fixismo: Não ocorre variação seres imutaveis.
Tinha prioridade a espécie: Seres semelhantes entre si anatomicamente.
Definição de espécie hoje. Espécie caracterizada por todos os indivíduos terem o mesmo fundo genético e se poderem cruzar entre si originando descendentes férteis (isolamento reprodutivo).
Carl Lineu ficou conhecido como o “pai da Taxonomia”. Por ter sido o primeiro a apresentar um sistema de classificação para os seres vivos.
Considerou a espécie como a unidade básica de classificação. Segundo ele, as espécies semelhantes agrupam-se em gêneros, os gêneros em famílias, as famílias em ordens, e as ordens em classes. -> sistema hierárquico de classificação.
Lineu categorias taxonômicas. Espécie – gênero – Familia – ordem – classe.
Hoje Categorias taxonômicas.
Reino       + abrangente
· Filo
· Classe
· Ordem
· Família
· Gênero
· Espécie     - abrangente
Obs: No atual sistema de classificação, espécies semelhantes são colocadas em um mesmo gênero, como fazia Lineu. Com os novos conhecimentos adquiridos pelo homem, desde os tempos de Lineu, acrescentaram-se outros critérios para a classificação. São pesquisadas semelhanças genéticas e bioquímicas, por exemplo. Tudo isso, visa tornar a classificação o mais precisa possível. Os gêneros que apresentam semelhanças significativas são reunidos em uma categoria maior, denominada família. As famílias semelhantes, por sua vez, são reunidas em ordens; ordens semelhantes são agrupadas em classes e classes’ semelhantes são agrupadas em filos. Estes, por sua vez, compõem os reinos. A categoria mais específica é a espécie, e a mais abrangente é o reino.
Regras de nomenclaturas: No século XVIII as regras de taxonomia foram estabelecidas pelo botânico Lineu para nomear as espécies.
1ª regra
A designação do nome da espécie é feita em língua latina, pois sendo uma língua morta, mantém-se imutável, não esta sujeita a uma evolução. Os cientistas de todo o mundo utilizam a língua latina para designar os grupos taxonômicos.
· Lineu desenvolveu um sistema de nomenclatura binominal para designar as espécies. O nome da espécie consta sempre de duas palavras latinas ou latinizadas:
2ª regra.
A primeira é um substantivo escrito com inicial maiúscula e corresponde ao nome do gênero a que a espécie pertence;
3ª regra
 A segunda palavra, escrita com inicial minúscula, designa-se por epíteto específico ou restritivo específico, sendo geralmente um adjetivo. Assim, por exemplo, o nome científico da abelha é Apis mellifera. O restritivo específico identifica uma espécie dentro do gênero a que pertence.
Obs: O nome científico de um ser vivo (gênero e espécie) deve sempre vir destacado no texto (escrito em itálico, sublinhado ou em outro tipo de letra).
4ª Regra 

No caso da subespécie (se existir) o nome deve ser escrito depois do nome da espécie, com a letra inicial minúscula, até mesmo quando for nome de pessoa.

5ª Regra

No caso de subgênero (se existir) o nome deve ser escrito depois do nome do gênero, entre parênteses, sempre com inicial maiúscula.

6ª Regra

Para formar o nome da família acrescenta-se ao radical do gênero tipo a terminação idae, e para formar a subfamília acrescenta-se ao mesmo radical a terminação inae.

7ª Regra 

A 7ª regra consiste a Lei da Prioridade. Quando um animal for nomeado com diferentes nomes, por diferentes autores, adota-se o primeiro nome que foi usado para denominar a espécie.

8ª Regra

O nome do animal deve ser escrito com uma letra diferente do texto. Pode ser usado negrito, itálico ou grifar o nome. 
Exemplos: de nome científicos de algumas espécies.
Nome Popular
 Nome Científico


Nome Popular
Nome Científico
Abelha
Apis mellifera
Girafa
Giraffa camelopardalis
Supella longipalpa
Jacaré do Pantanal
Caiman crocodilus
Camelo
Struthio camelus
Panthera leo
Baleia comum
Balaenoptera physalus
Leopardo
Panthera pardus
Boi
Bos taurus
Lobo
Canis lupus
Burro
Equus asinus
Lontra
Lutra longicaudis
Cão
Canis lupus familiaris
Mosca doméstica
Musca domestica
Camelo 
Camelus bactrianus
Onça
Panthera onca
Canguru
Macropus rufus
Orca
Orcinus orca
Cascavel
Crotalus durissus
Porco
Sus domesticus
Chipanzé
Pan troglodytes
Crocodilo
Crocodylus acutus
Tubarão branco
Carcharodon carcharias
Elefante Africano
Loxodonta africana
Urubú rei
Sarcorhamphus papa
Galinha 
Gallus gallus domesticus
Urso Panda
Ailuropoda melanoleuca
Gato
Felis silvestris catus
Vaca
Bos taurus taurus

Nomes científicos de espécie e subespécies.
Felis silvestris catus
Homo sapiens sapiens
Gorilla gorilla gorilla.
Subgênero: Aedes (Stegomya) aegypti (mosquito transmissor da dengue e da febre amarela)

Anopheles (Nyssurhynchus) darlingi (um tipo de mosquito transmissor da malária.
Referências bibliográficas.

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